sábado, 18 de abril de 2009

Beijing

Tudo bem que eu pulei nas postagens Gouangzhu, mas não tive tempo de postar e Beijing, bem... Beijing é o berço da China, mesmo que não seja com este nome desde o principio (apenas há 600 anos).

algumas fotos só para encher os olhos. Aqui é primavera!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Dubai




Dubai, 14-04-09. 4 AM

Jet Lag. Eu pensei que tinha resolvido no primeiro dia pois dormi como um bebê assim que cheguei até o outro dia. Mas aqui estou sem sono nenhum pensando em todo o impacto causado em mim por esta cidade e tudo o que ainda verei na China hoje, depois de mais oito horas de vôo até Gouanghzu. È imagino que o Jet lag talvez persista até eu voltar para o Brasil quem sabe!?
De todo modo o tópico para este post é Dubai. Esta cidade talvez seja o exemplo vivo do que o SEBRAE vive propalando aos sete ventos, uma palavra simples, relativamente fácil de explicar, mas muito difícil de colocar em prática: empreendedorismo. Sim, Dubai é fruto da cabeça empreendedora e de uma visão de longo alcance (ehehe, lembrei dos Thundercats, mas o sheik provavelmente nem conhece o Lion). Acontece que em 1990 o sheik Rashid Bin Saeed Al Maktoum já sabia que o petróleo ia acabar em breve, sim vinte ou trinta anos para este homem era curto prazo. Ele então começou a pensar em projetos para transformar o deserto em uma terra produtiva. Não, ele não chamou a Embrapa nem a Monsanto com suas sementes modificadas de soja, especiais para terras áridas. Ele vislumbrou uma cidade cosmopolita. É claro que não era tão difícil ver Dubai nesta posição já que o porto daqui sempre foi muito importante para a ligação Ásia e Europa. Hoje, inclusive Dubai é um dos cinco maiores portos do mundo em movimento e está sendo ampliado pela brasileira Odebrecht.
Mas que visão foi essa então, né!? O que tem de especial em fazer uma cidade crescer quando se têm petrodólares circulando a rodo!? Bem, o que podemos observar ao redor de Dubai é um propósito de servir aos cidadãos e não à família real (ou os amigos) como é comum por estes lados (para não dizer em qualquer lugar onde o poder é exercido). O sheik viu a possibilidade de construir uma cidade melhor com tudo o que há de melhor.
Seu primeiro desafio foi ter terras boas que incentivassem o capital internacional. Bom, pensou ele, temos 72 Km de costa (aqui os dados são as vezes contraditórios já que a página de Dubai na internet fala em 60 Km e este dado nos foi passado na Anakheel – construtora do grupo Jumeira, de propriedade do sheik) quero dobrar isso. Parece óbvio, quem não sabe que a beira-mar é a área mais valorizada quando se pensa em empreendimento imobiliário, não é verdade!? É óbvio! Pois bem ele não duplicou apenas. Com todos os projetos em andamento ele está acrescentando à Dubai mais de 1000 km de costa. Seus projetos são tão audaciosos que é quase impossível por em palavras sua visão.
Ele contratou uma empresa holandesa com seus técnicos e máquinas para fazer ilhas artificiais e claro com conceitos estupendos. Por exemplo, a já mundialmente famosa Palm Jumeirah. Trata-se de um conjunto de ilhas que formam no mar o desenho de uma palmeira, significado da palavra Anakheel, nome da sua empresa. Com o metrô sendo finalizado, prédios, casas de luxo, resorts internacionais, parques temáticos e areia, muita areia do mar ele está erguendo um monumento para 1,1 milhão de pessoas. Olha que Dubai tem apenas 1,5 milhão de habitantes. Todo os Emirados Árabes(sete) têm segundo o nosso guia local Cristiano Cabral, cinco milhões de habitantes. Contudo o mesmo Cristiano questiona os números já que apareceram três milhões de pessoas pedindo renovação d visto que se encerram quando a pessoa fica sem empregador ou quando vence três anos.
Como estratégia de venda o Sheik Mohamed Bin Rashid Al Maktoum, filho do Sheik Rashid e atual monarca, ofereceu vistos de 99 anos para aqueles que comprassem casas no empreendimento, o resultado foi impressionante. Tudo foi vendido em três dias. Ele captou assim com o conceito e com esta facilidade bilhões de dólares de todo o mundo para iniciar o seu primeiro projeto. Isso foi em 2001. Até hoje não está pronto e a previsão é para 2010. Mesmo sendo do próprio Sheik o desafio lançado à sua empresa de duplicar a costa quando a empresa apresentou a solução ele desdenhou dela e solicitou um empreendimento maior, foi quando surgiu Palm Jebel Ali, o dobro da Palm Jumeirah. E a esta uma sucessão de projetos imobiliários e de prédios fantásticos.
Na Jebel Ali ele escreveu em árabe, em volta do “loteamento” uma poesia, sim ilhas pequenas em formas de palavras. Neste empreendimento entraram empresas como Bush Garden, Sea World, Aquatica, só para citar os parques temáticos. Um projeto para os próximos vinte anos. Junto com este ele lançou vários outros como um forma mundo, a The World. Sim, ilhas dispostas na forma do mapa mundi. Nesta, apenas convidados podem adquirir terrenos.
Para se ter uma ideia da valorização do terreno (antes água) das casas do Jumeirah elas foram vendidas 1,2 milhão de dólares, hoje valem cinco milhões de dólares. Antes que os ambientalistas o acusem de destruir o fundo do mar, explico, o mar aqui é interno, Golfo Pérsico (ou arábico, como eles preferem) é um deserto aquático, ou era, pois ele estão atraindo espécies e formando corais ao redor das construções. Ah, se a sua preocupação é o aquecimento global saiba que eles fizeram barreiras que se elevam a cinco metros acima do nível do mar para evitar ou postergar em centenas de anos a preocupação com a subida do nível do mar.
E claro, não foi só o mar que recebeu tratamento desta visão especial se não a cidade inteira está passando por transformações constantes. O maior prédio do mundo não acabou de ser construído aqui e eles já tem um projeto para um maior ainda. O shopping aqui tem uma pista de esqui artificial indoor. Tudo aqui é grande e como eu disse lá trás não é só para os apaniguados do cacique, mas para todos.
Aqui o trabalhador estrangeiro com visto tem direito a casa, saúde e educação. Sim seu salário é praticamente liquido. O cidadão então, nem se fala. Pode estudar em qualquer universidade do mundo. É sócio obrigatório de empresas multinacionais que queiram investir nos Emirados (a exceção para as áreas da cidade tidas como zona franca). Com a crise, por exemplo, começaram algumas demissões e o Sheik Bin Maktoum baixou um decreto: pode demitir todo mundo menos os cidadãos dos Emirados.
Aqui estão empresas de todo o mundo. Ponto crucial na logística internacional Dubai cada vez mais apaga a lembrança do óleo escuro e caminha na direção do comercio internacional e do turismo. Eu ainda volto para falar mais deste lugar, das mulheres daqui, do deserto e das construções arquitetônicas exuberantes deste país de Thundercats. A propósito vou postar uma foto do litoral de Dubai num futuro próximo, para o sheik.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Artigo DCbá - Natal

Todo ano comemoramos em illo tempore o nascimento de Jesus. Revivemos, teoricamente, aquele momento especial para humanidade. Receber na Terra, em carne e osso, Deus filho. Há muito tempo cientistas buscam uma prova da existência de Jesus. Para a ciência não bastam os relatos dos Evangelhos, ou mesmo, o sudário de Turim, que, aliás, foi alvo de questionamentos contundentes há pouco tempo. Já ouvi diversas vezes comentários de que o nascimento de Jesus não se deu em dezembro. Pelas características climáticas deste período do ano e pelas interpretações feitas por estudiosos dos textos bíblicos.
A pesquisa mais recente é do astrônomo australiano Dave Reneke e sugere que Jesus Cristo tenha nascido no dia 17 de junho, e não em 25 de dezembro. E não no ano 0, mas dois a três anos antes. Sua pesquisa utiliza-se de um software capaz de reposicionar os astros e estrelas no céu há milhares de anos. Sua conclusão se deve ao alinhamento de Vênus e Júpiter no ano de 2 a.C.. Esta conjunção, segundo ele, teria emitido um forte brilho no céu noturno e poderia ter sido confundido com a Estrela Guia dos três Reis Magos.
Longe de querer polemizar colocando a ciência e a religião no mesmo ringue em lados opostos, o astrônomo salienta que isto deve reforçar a fé já que existiu sim, no céu, um fenômeno atípico no mesmo período em que Jesus nasceu.
Lendo a notícia da BBC Brasil me pergunto: Que diferença isso faz? Para mim nenhuma, se Ele nasceu em dezembro ou junho, continua sendo Jesus Cristo o Salvador, filho de Deus e o próprio Deus em pessoa, que habitou entre os nós. Que foi crucificado, morto e sepultado para a remissão dos pecados, inaugurando um novo tempo para a humanidade.
Jesus trouxe para a humanidade o verdadeiro Amor e o Perdão. Veio trazendo mais luz sobre os ensinamentos divinos. Resumiu habilmente todos os mandamentos em só: “Amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.
Passados dois mil anos a humanidade ainda não conseguiu por isto em prática. Ainda ama possessivamente. Cheia do que não presta como o ciúme, inveja e orgulho. Não bastaram todas as palavras e prática de Jesus. Não bastou Paulo traduzir de maneira maravilhosa o que é o Amor na sua I Carta aos Coríntios 13 e colocá-lo sobre todos os outros dons. Ainda hoje a maioria dos Homens não sabe o que é o Amor.
Jesus é o próprio Amor. A entrega de si a todos os outros. O natal deve ser isso, um momento para refletirmos sobre o Amor e colocarmos o mesmo em prática.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Namoro na praia


Adoro a doçura salgada deste encontro...

Mais uma de Borboleta


Seres leves
Imprevisível voo
Sede saciada
em vida breve

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Paixão por macro


Há tempos nutro uma paixão pela macrofotografia. Há tempos venho registrando o ínfimo, o pequeno, o detalhe. Esta flor não é pequena, mas está com pequeno inseto verde em suas folhas e ambos, por mais imperceptível que seja, somam as suas belezas para ocupar o espaço do astro-rei(ou seria astrorei, na nova ortografia!) no horizonte.

Vou postar mais fotos por aqui em breve.